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domingo, 11 de setembro de 2011

Acopiara promove desfile cívico de 7 de Setembro

Nesta quarta-feira, 07 de setembro, a Prefeitura de Acopiara realizou o tradicional desfile cívico-militar em comemoração a Independência do Brasil que contou com a participação das escolas públicas da rede municipal e estadual, da rede particular, projetos sociais desenvolvidos no município, instituições como Maçonaria, Léo Clube e Lions Clube e ainda da Guarda Civil Municipal e pelotão da Polícia Militar, carros da Polícia Civil, Militar e Ronda do Quarteirão.

Já nas primeiras horas da manhã do dia 7 era possível ver a concentração das escolas e instituições na Avenida Paulino Félix, próximo à sede da Prefeitura.

A banda de Música Eduardo Gurgel Valente, a Guarda Civil Municipal e o Pelotão da Polícia Militar ficaram posicionados em frente ao paço Municipal para a Cerimônia de Incorporação e Hasteamento das Bandeiras Nacional, Estadual e do Município e em seguida a solenidade teve continuidade com a apresentação e revista da tropa realizada pelo cap. Julião e o prefeito do município, Antônio Almeida Neto.

A madrugada e a frase

Já é madrugada e procuro por uma ultima centelha, uma luz para ir dormir com algo que importe. Escuto música, ouço um conto de ficção que me atrai a atenção, mas fico me perguntando o que realmente procuro. Logo descubro que quero algo transcendental, como uma frase que fica eternizada nos trabalhos medíocres de faculdades por todo mundo, mas talvez alguém no interior de um país africano vai ouvir a frase e começar uma mudança em sua comunidade, e ai sim a frase vai se tornar relevante. Será que alguém vai se arrepiar ao dize-la para sua namorada? Ou quem sabe vai usá-la no começo de uma grande palestra? Penso, penso e a frase não surge. Agora já me sinto medíocre por não entender que talvez ela não exista. Me resta o sono de mais um dia sem propósito real, propósito esse que pode ser uma frase, ou em escrever sobre a frase ideal. Me pergunto se não exagerei, talvez esse momento seja espontâneo. Ninguém fabrica uma frase, ela surge.

Mas por que? Por que tantos pensadores só são conhecidos por suas frases? Será que aprendemos a extrair o supra sumo dos intelectuais? Uma frase é o máximo que as pessoas conseguem ler? É assustador pensar na frase como uma cápsula, uma pílula do conhecimento do pensador. Pronto! Já posso dormir. Encontrei a frase, que duvido ser transcendental, mas certamente vai ser um bom final para meu texto e para poder encerrar minha madrugada de angustia.

“As frases dos grandes pensadores é um comprimido, que pode ser remédio ou um veneno para quem as lê, ou simplesmente um placebo feito de farinha.”

Denison F. Vieira

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Capoeira de Acopiara se apresenta em Piquet Carneiro

Os Grupos de Capoeira de Piquet Carneiro e Acopiara se apresentaram na feira de artesanato no dia 3 de setembro na praça da matriz de Piquet Carneiro.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

XXII FETAC – Inscrições Abertas

XXII-FETAC1A Cia. Cordel de Teatro abre inscrições para a XXII edição do FETAC – Festival de Teatro de Acopiara. O festival acontecerá no período de 08 à 15 de outubro de 2011 e os grupos interessados em participar devem realizar as inscrições até o dia 15 de setembro. Podem participar grupos teatrais de todos os municípios do interior cearense.

O Festival de Teatro de Acopiara teve início no ano de 1989, com a realização de mostra de espetáculos teatrais de grupos de Acopiara. A partir da quinta edição, o FETAC passou a ser regional e em seguida interiorano, sendo o grande motivador de grupos e artistas teatrais, promovendo a articulação, mobilização, potencialização e fomento do teatro do interior cearense.

O Festival de Teatro de Acopiara é hoje um importante patrimônio cultural do Ceará, já foram realizadas 21 edições consecutivas. É um festival exclusivo do interior cearense, sendo responsável pela articulação e fortalecimento do movimento teatral do interior do Ceará. Muitos são os grupos que nasceram no FEATAC e continuam produzindo a partir da participação no festival.

O teatro do interior cearense necessita de espaços e eventos que favoreçam a circulação dos espetáculos produzidos, bem como o incentivo à produção. Por falta de mecanismos de formação, articulação e, sobretudo de subsistência, o teatro do interior do Ceará, é essencialmente “amador”, no sentido de não haver uma sistemática profissional, sendo um teatro feito na maioria por jovens. Poucos são os grupos que resistem e conseguem manter-se produzindo e apresentando seus trabalhos artísticos. Nos seus 22 anos, O FETAC tem cumprido papel importante de garantir espaço para os grupos teatrais do interior do Ceará, promoverem a articulação e o debate sobre o fazer teatral, no tocante à qualidade dos trabalhos, a formação técnica, as políticas públicas, a articulação e organização de um movimento, que venham buscar mecanismos de incentivo e subsistência dos fazedores de teatro. 

Informações:

Fone: (88) 9699 7251 / 8806.8252 / 9960 2584

(Dário e Mardone)

E-mail ciacordel@yahoo.com.br

Fonte:http://institutocasarao.blogspot.com

domingo, 28 de agosto de 2011

Estação de Acopiara (antiga Lajes e Afonso Pena)

A estação de Acopiara em 1957. Foto da Enciclopédia dos Municípios Brasileiros de 1959

A linha-tronco, ou linha Sul, da Rede de Viação Cearense surgiu com a linha da Estrada de Ferro de Baturité, aberta em seu primeiro trecho em 1872 a partir de Fortaleza e prolongada nos anos seguintes. Quando a ferrovia estava na atual Acopiara, em 1909, a linha foi juntada com aE. F. de Sobral para se criar a Rede de Viação Cearense, imediatamente arrendada à South American Railway. Em 1915, a RVC passa à administração federal. A linha chega ao seu ponto máximo em 1926, atingindo a cidade do Crato, no sul do Ceará. Em 1957 passa a ser uma das subsidiárias formadoras da RFFSA e em 1975 é absorvida operacionalmente por esta. Em 1996 é arrendada juntamente com a malha ferroviária do Nordeste à Cia. Ferroviária do Nordeste (RFN). Trens de passageiros percorreram a linha Sul supostamente até os anos 1980.

O trem cargueiro da CFN chega ao pátio de Acopiara, em 2002. Foto João Carlos Reis Pinto

A ESTAÇÃO: A estação de Lajes foi inaugurada em 1910 no povoado do mesmo nome, que passou a crescer exatamente por causa da implantação da estação ferroviária. Nos anos 1920, o então já distrito e a estação passaram a se chamar Afonso Pena (em 1922 já tinha esse nome) e, em 30/12/1943, finalmente Acopiara.

No dia 16 de janeiro de 1909, o jornal O Estado de S. Paulo publicava a notícia de que "acha-se concluído no prolongamento da E. F. Baturité o trecho da linha de 27 quilômetros e 200 metros entre as estações de Miguel Calmon e Affonso Penna. A inauguração desse trecho depende apenas de acordo entre o Governo e os arrendatários da mesma estrada". Pelo visto, demorou um ano e meio para chegarem a esse acordo. Mas nota-se que, ao contrário do que é dito em outra fonte Enciclopédia dos Municípios Brasileiros, 1959), a estação já se chamava Afonso Pena e não Lajes. Qual será o certo, ou qual será a explicação para a diferença?

A estação em 28/3/2008. Foto Clódio Pereira de Almeida

A estação está abandonada desde março de 2008. (Fontes: Enciclopédia dos Municípios Brasileiros, vol. XVI, IBGE, 1959; Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960; Revista Ilustração Brasileira, "2145 Quilômetros pelo Nordeste Brasileiro", 1922; João Carlos Reis Pinto, 2002; Clódio Pereira de Almeida, 2008; O Estado de S. Paulo, 16/1/1909)

 

Fonte:http://cearanobre.blogspot.com

Crédito: Ralph Mennucci Giesbrecht